A Hortitec 2026 reunirá tecnologias para horticultura, cultivo protegido e culturas intensivas. Entre estufas, irrigação, substratos, mudas, equipamentos e insumos, a feira abre espaço para uma conversa prática sobre hidroponia. Antes da bancada, da solução nutritiva e da automação, existe uma etapa que define parte do resultado: a formação da muda.
A feira acontece de 17 a 19 de junho de 2026, no Parque da Expoflora, em Holambra. Segundo o manual oficial do expositor, a 31ª Hortitec é uma exposição técnica voltada à apresentação de produtos, novas tecnologias e troca de experiências no setor de
Hortitec 2026 e o avanço das tecnologias para horticultura
A Hortitec 2026 acontece em um momento em que a horticultura vem sendo pressionada a produzir com mais regularidade, qualidade e controle. Não basta entregar volume. O mercado pede padrão, rastreabilidade, eficiência no uso de água, melhor aproveitamento de área e redução de perdas em etapas críticas da produção.
A dimensão da feira ajuda a mostrar esse movimento. Segundo a Revista Cultivar, a edição de 2026 deve reunir 520 expositores do Brasil e do exterior, receber cerca de 32 mil visitantes e movimentar aproximadamente R$ 750 milhões em negócios durante e após o evento.
A publicação também destaca soluções ligadas a manejo de mudas, uso eficiente de água e energia, irrigação de precisão, cultivo protegido e tecnologias digitais.
O contexto de mercado reforça essa pressão por eficiência. A Conab, por meio do Prohort, acompanha preços, volumes, origens, séries históricas e análises técnicas do setor hortigranjeiro nos principais entrepostos públicos do país. A base reúne informações de 117 frutas e 123 hortaliças, abrangendo mais de mil produtos quando consideradas suas variedades.
No boletim de fevereiro de 2026, a Conab informou que o volume total de hortaliças comercializadas nas Ceasas analisadas ficou praticamente estável em janeiro frente a dezembro de 2025, com leve recuo de 0,4%, e teve discreta alta de 0,8% na comparação com janeiro de 2024. Já o grupo de hortaliças folha, flor e haste, que inclui alface, brócolis, couve-flor e repolho, apresentou retração de 3,1%.
Na prática, esses dados mostram uma cadeia ampla, competitiva e sensível a variações de oferta, qualidade e regularidade. Por isso, tecnologia não entra apenas para modernizar a produção. Entra para dar previsibilidade.
Hidroponia na Hortitec 2026
A Embrapa define hortaliça hidropônica como aquela produzida em substrato ou solução nutritiva, e não no solo. Essa solução contém nutrientes essenciais ao desenvolvimento das plantas, como nitrogênio, fósforo, potássio, cálcio, magnésio e micronutrientes.
Esse modelo permite mais controle, mas também aumenta a exigência sobre a fase inicial da produção. Se a muda chega irregular, fraca ou contaminada, o problema entra junto no sistema.
Além disso, análises do Cepea/HF Brasil apontam que o mercado de hortaliças tende a crescer mais em receita do que em volume, puxado por produtos com maior valor agregado, praticidade e adaptação às novas preferências do consumidor.
O mesmo conteúdo destaca tecnologias como irrigação de precisão, cultivo protegido, plasticultura, cadeia a frio, rastreabilidade e mecanização como respostas à necessidade de modernização da cadeia produtiva.
Para a hidroponia, essa leitura é direta: produzir bem não é apenas colher mais. É entregar padrão, regularidade e qualidade visual em um sistema que depende de controle desde o início.
Cultivo protegido exige muda mais uniforme
O cultivo protegido é uma das frentes mais importantes da horticultura intensiva. No entanto, a estrutura protegida não resolve tudo sozinha. Estufa, tela, irrigação e automação criam melhores condições de produção, mas a resposta da planta ainda depende da qualidade da muda. Uma muda irregular ocupa espaço, consome solução, atrasa o lote e aumenta o trabalho de seleção.
Por isso, em cultivo protegido, a produção da muda não é uma etapa pequena. Ela é a entrada do sistema. Quando o produtor busca mais estabilidade, precisa olhar para o que acontece antes do transplante.
Hortitec 2026 e substrato para produção de mudas
Entre as tecnologias que devem interessar ao produtor hidropônico na Hortitec 2026, o substrato para produção de mudas merece atenção especial. Afinal, ele interfere na germinação, no desenvolvimento radicular, na retenção de água, na aeração e na praticidade do manejo.
A Embrapa reforça que, na produção de mudas em ambiente protegido, vários fatores estão envolvidos na formação da planta, com destaque para substrato, recipiente e irrigação. Esses elementos devem proporcionar bom desenvolvimento durante a permanência no viveiro, pensando no desempenho futuro da cultura.
O mesmo material mostra que o uso de mudas produzidas em cultivo protegido e em bandejas traz vantagens como menor possibilidade de contaminação fitopatogênica, melhor aproveitamento da área, facilidade em tratos culturais e menor estresse no transplantio.
Para a hidroponia, isso pesa ainda mais. O substrato ideal precisa ajudar a muda a se desenvolver com limpeza, estabilidade e facilidade de manejo. Também precisa conversar com a rotina do produtor: sem preparo complexo, sem excesso de resíduos e sem variação difícil de controlar.
Por que o Green-up é a tecnologia mais indicada para produção de muda hidropônica?
O Green-up é uma espuma fenólica pronta para uso, estéril, livre de fungos e bactérias, com retenção de água e aeração adequadas para o desenvolvimento das raízes.
Para produtores hidropônicos, esses pontos atacam dores reais: perda de muda, sujeira no sistema, variação entre bandejas, retrabalho na semeadura e dificuldade de manter padrão em produção constante.
Além disso, a Green-up destaca que o substrato é inerte, não deixa resíduos, permite diferentes manejos de água e nutrientes, facilita o manuseio e transporte e contribui para produzir mais mudas em menos espaço.
Na hidroponia, onde a solução nutritiva precisa circular sem excesso de resíduos, esse ponto é decisivo. Um sistema limpo não é detalhe visual. É parte do controle produtivo.
A linha Green-up Biodegradável também entra nessa evolução. Segundo a marca, o produto mantém as características de absorção e drenagem da espuma tradicional e se biodegrada no ambiente em até 280 dias, por meio de tecnologia brasileira.
Assim, a Green-up conecta duas demandas que caminham juntas: eficiência produtiva e responsabilidade no uso de insumos.
O que observar na feira antes de escolher tecnologia?
A Hortitec 2026 deve apresentar muitas novidades. Porém, para o produtor hidropônico, o filtro precisa ser objetivo. Antes de escolher uma solução, vale observar se ela melhora a uniformidade das mudas, reduz etapas de preparo, ajuda a manter o sistema mais limpo, facilita a rotina em períodos de produção constante e contribui para diminuir perdas e retrabalho.
Na hidroponia, eficiência não está apenas na automação ou na solução nutritiva. Está também na base que permite a planta entrar melhor no sistema.
A Green-up entra nessa conversa como tecnologia para começar melhor: espuma fenólica pronta para uso, estéril, limpa e pensada para produção de mudas com mais padronização e praticidade.
Venha conhecer o Green-up e veja como começar sua muda hidropônica com mais limpeza, padronização e praticidade. Esperamos você no estande 42 do setor marrom.



